O meu avô costumava repetir uma frase que, com os anos, cada vez me parece mais notável. Tinha ele por hábito resumir do seguinte modo:

Não há nada mais prejudicial a quem trabalha do que aqueles que nada fazem.

Não sei porquê, ou talvez saiba, apetece-me deixar aqui esse pedaço de ‘sageza’. Deixo à consignação, à apreciação, à reflexão e a todos os outros “ão” que fazem estrondo nos nossos dias de entusiasta empenho apaixonado. Que os cães ladrem, mas a caravana não cesse jamais de passar!

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